Felipempm's Blog

Textos e artigos sobre vida cristã, tecnologia, certificação e carreira e assuntos interessantes… Enjoy!

Drogas causam 20% dos acidentes de trabalho no mundo, diz OIT

Publicado por felipempm em 19/11/2009

Anelise Infante
De Madri para a BBC Brasil

Um em cada cinco acidentes de trabalho é provocado pelo consumo de drogas, segundo um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apresentado na Academia de Ciências Médicas de Bilbao, na Espanha.

O antigo conceito do viciado jogado pela rua está completamente defasado. Neste momento, em todo o mundo, 67% das pessoas com algum tipo de dependência química estão integradas ao mercado de trabalho, e algumas com sucesso“, disse na palestra o psiquiatra Jerônimo San Cornélio, presidente da Academia de Ciências Médicas de Bilbao e um dos autores da pesquisa.

Enviado em Sem categoria | Tagged: | Deixar um comentário »

Drogas lícitas e ilícitas

Publicado por felipempm em 10/11/2009

Drogas… lícitas ou ilícitas… são drogas, precisamos encarar isso de frente!

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as drogas ilícitas respondem por 0,8% dos problemas de saúde em todo o mundo, enquanto o cigarro e o álcool, juntos, são responsáveis por 8,1% desses problemas.

Veja mais aqui

Enviado em Sem categoria | Tagged: , , , | Deixar um comentário »

Reflexão sobre drogas [parte 2 - infelizmente]

Publicado por felipempm em 10/11/2009

Zero Hora – 27 de outubro de 2009 – nº 16137

TRAGÉDIA DO CRACK – O desespero para internar um filho
Pai que entregou jovem viciado à polícia após ele matar a namorada, no Rio, faz desabafo emocionado

Ontem (26/11/2009), três dias após entregar o filho à polícia, o pai do músico viciado em crack que matou a namorada sábado no Rio de Janeiro revelou o que o levou a tomar essa atitude. Ele divulgou uma carta emocionada relatando o drama que sofre há seis anos, desde que o jovem começou a se viciar em álcool, até chegar ao crack.

O jovem, que já havia sido internado cinco vezes, continua preso na Delegacia de Polícia após confessar que estrangulou a jovem de 18 anos.

– Primeiro, entreguei porque era o certo a fazer. Eu consegui finalmente internar meu filho contra a vontade dele, que é uma luta que tenho tentado fazer e não tenho conseguido. Uma das coisas que ele tem é síndrome do pânico e tinha horror de pensar em voltar para a clínica e se internar novamente. Em nenhum momento ele esboçou a ideia de fugir da responsabilidade – disse o poeta Luiz Fernando Prôa.

A Polícia do Rio de Janeiro afirma que o músico Bruno Kligierman de Melo, 26 anos, viciado em crack, foi quem estrangulou a jovem Bárbara Calazans, 18 anos. Ela foi encontrada morta na tarde de sábado, no apartamento de Bruno, na Rua Ferreira Viana, no Flamengo, na zona sul do Rio. A vítima morava do outro lado da rua com a família. Bruno foi preso ainda no apartamento, e não resistiu à prisão. Na delegacia, ele contou que tinha fumado crack momentos antes de discutir com Bárbara.

O pai do rapaz disse que ontem foi o pior dia após o crime.

– É o dia mais difícil. É o dia em que a ficha caiu – desabafou.

Luiz Fernando disse que o filho caiu em si depois de estrangular Bárbara, a quem chamava de “anjo da guarda”.

– Quando ele acordou do surto e foi falar com a menina, não conseguiu falar com ela e viu que ela estava roxa e estava morta, aí é que caiu a ficha. De lá para cá começou esse arrependimento todo. Tá difícil, tá muito difícil – disse o pai.

Luiz Fernando ainda não falou com o filho desde que ele foi preso. Bruno, de acordo com ele, foi internado cinco vezes, a última em maio, quando ficou cerca de 15 dias na reabilitação. A bebida sempre foi o estopim para que o músico voltasse a se drogar. Segundo o pai, o rapaz saía bem da clínica, mas voltava a se drogar, quando encontrava os amigos e bebia. A bebida seria a causa para o uso de outras drogas.

Leia ao lado, a íntegra da carta do pai de Bruno.

Carta do pai de Bruno

Meu filho começou na droga pelo álcool, no colégio, esta droga LEGAL com que a propaganda bombardeia nossas crianças e jovens todo dia, escancaradamente, e que produz milhares de mortes no trânsito, destrói lares, pessoas do bem e é, como se sabe, a primeira droga que os jovens experimentam. A maioria segue pela vida em maior ou menor grau se drogando com ela, o álcool, outros acabam provando das ilegais, sendo que uns fogem delas, outros se viciam numa espiral crescente e veloz. Em geral, passam pela maconha, vão na boca adquiri-la, e os comerciantes, felizes, lhes oferecem um variado cardápio, self-service: cocaína, crack, haxixe, êxtase, ácido…

Sei que há seis anos perdi meu filho para o crack, mas apesar das sequelas e problemas, ele nunca deixou de ser carinhoso e educado com todos, o que lhe granjeou um número sempre crescente de amigos.

Ele passou por várias internações – tinha, desde pequeno, outros problemas mentais que se exacerbaram com as drogas. Sempre que saía das internações, ficava bem. Até encontrar os amigos, tomar umas cervejas e aí a coisa saía novamente de controle. Nestes tempos, o vício, apesar de grave, ainda não tinha produzido todos os seus efeitos devastadores. Mas, com o tempo e a reincidência, o crack foi o devastando.

Nos últimos tempos, dizia-se derrotado para o vício, vivia muito deprimido e voltara a frequentar o NA, Narcóticos Anônimos. Tentei de tudo para convencê-lo a se internar, mas vai pedir para um pinguço largar sua garrafa. É inútil. Ele foi cada vez mais descendo a ladeira. De mãos atadas, fiquei esperando pelo pior ou por um milagre, já que segundo os “especialistas”, que ditam as políticas públicas para o tratamento de drogas, o drogado tem de se internar por vontade própria.

A reportagem que o Brasil assistiu esta semana, da mãe que construiu uma cela em casa, para tentar salvar o filho viciado em crack, é bem representativa de como as famílias vítimas deste flagelo estão abandonadas pelo Estado, e se virando à própria sorte. É bem possível que ela seja punida por isso. Na mesma reportagem, uma psicóloga inteligente afirmava que o viciado em crack tem de vir voluntariamente para tratamento. Este é o método correto, segundo a maioria dos que estão à frente das políticas para esta área. Será que essa profissional é incapaz de entender o estrago que o crack/cocaína ocasiona nas mentes de seus dependentes? Será que ela é capaz de perceber o flagelo que o comportamento desses doentes causa sobre as famílias?

Um drogado, ou adicto, que já perdeu o senso de realidade e o controle sobre sua fissura, torna-se um perigo para a sociedade, infernizando a família, partindo para roubos, prostituição e até assassinatos, por surto ou por droga. Esperar que uma pessoa com a mente destruída por droga pesada vá com seus próprios pés para uma clínica é mera ingenuidade destes profissionais.

O Estado tem de intervir nesta questão para preservar as famílias e os inocentes. A internação compulsória para desintoxicação e reabilitação destes doentes, que já perderam todo o limite, é uma necessidade premente. Ou será que todas as famílias que vivem esse problema terão de construir jaulas em casa?

Meu filho destruiu duas famílias, a da jovem e a dele, além de a si próprio. Queria sair do vício, mas não conseguia. Eu queria interná-lo à força e não via meios. Uma jovem, a quem ele amava, queria ajudá-lo e de anjo da guarda virou vítima

Se meu filho fosse filhinho de papai, como falaram, eu já teria pago uma ou mais internações. Mas infelizmente o papai aqui não tem grana para isso, assim como a maioria das famílias vítimas deste, que insisto em reafirmar, flagelo.

Hoje vi uma pessoa boa se transformar num assassino, assim como aquele pai de família correto, que um dia bebe umas redondas, dirige, atropela e mata seis num ponto de ônibus.

As drogas, ilegais ou não, estão aí nas ruas fazendo suas vítimas diárias, transformando pessoas comuns em monstros e o Estado não pode ficar fingindo que não vê.

Dizem que vão gastar 100 milhões para equipar a polícia, mas e as vítimas diretas das drogas como ficam? E os jovens humildes atraídos pelos criminosos para seu exército? E os policiais mortos em combate nesta via indireta da guerra do tráfico? Está na hora de acabar a hipocrisia!

Meu filho destruiu duas famílias, a da jovem e a dele, além de a si próprio. Queria sair do vício, mas não conseguia. Eu queria interná-lo à força e não via meios. Uma jovem, a quem ele amava, queria ajudá-lo e de anjo da guarda virou vítima.

Ele irá pagar pelo que fez, será feita justiça, isso não há dúvida. O arrependimento já o assola, desde que acordou do surto do crack deu-se conta do mal que sua loucura havia lhe levado a praticar. Ele me ligou, esperou a chegada da polícia e se entregou, não fugindo do flagrante. Não passarei a mão na cabeça dele, mas não o abandonarei. Ele cumprirá sua pena de acordo com a lei, dentro da especificidade de sua condição.

Este é um caso de saúde pública que virou caso de polícia.

Infelizmente, só consegui interná-lo pela via torta da loucura, quando já não havia mais nada a fazer, num surto fatal.

Este é um caso de saúde pública que virou caso de polícia.

Que a família da Bárbara possa um dia perdoar nossa família por este ato imperdoável. Chorei por meu filho seis- anos atrás.

Hoje minhas lágrimas vão para esta menina, que tentou por amor e amizade salvar uma alma, sem saber que lutava contra um exército que lucra com a proibição (que não minimiza o problema, pelo contrário, exacerba), por um bando de tecnocratas e suas teorias irreais, e para um Estado que, neste assunto, se mostra incompetente.

Luiz Fernando Prôa, o pai

Enviado em Sem categoria | Tagged: , | Deixar um comentário »

O MCSE morreu, é hora de seguir em frente!

Publicado por felipempm em 06/11/2009

“The MCSE is dead, its time to move on“ por Bill Chapman
Tradução Emilio Mansur

Está mesmo na hora das pessoas aprenderem e aceitarem o fato de que o MCSE não vai voltar. Alguns anos atrás nós fomos para o modelo MCITP para mostrar a diferenciação atual nas carreiras de certificação. Veja, eu entendi: Estou vinculado ao meu MCSE também, conquistei esta certificação desde 1998. Mas eu segui em frente, e vocês deveriam fazer o mesmo. Conquistamos nosso novo MCITP Enterprise Administrator, e quanto mais proclamarmos, mais reconhecimento ele receberá. Você deve sentir-se orgulhoso em obter esta certificação. Este é mais um caso de repetição da história, quando vieram os primeiros MCSEs poucos sabiam o que isso significava, mas conversamos sobre isso e aqueles de fora do nosso círculo de TI vieram saber o que sabíamos, que MCSE era alguém que tinha feito a mágica de TI acontecer. O MCITP Enterprise Administrator é a nova certificação para mostrar quem é que faz a mágica de TI, mas não muda o fato de que não há MCSE para Windows Server 2008 e nunca terá.

Agora que a dura verdade é mostrada, e sim, fui eu quem foi escolhido para mostrar esta dura verdade, existe uma alternativa. O MCSE 2003 é um ótimo começo para o MCITP Enterprise Administrator, é a atualização que você estava procurando. Ela cobre as coisas que o MCSE cobria. Um total de 5 exames caso você já não seja um MCSE e se você já for um MCSE, existe um Caminho de Atualização (veja aqui).

Então você deve estar se perguntando, “por que o Bill está nos dizendo tudo isso se já escutamos”. A resposta é que parece que muitas pessoas por aí ou não ouviram ou não querem ouvir. Nas últimas semanas respondi a mesma pergunta pelo menos 5 vezes “aonde está o MCSE 2008?”. E eu disse a mesma coisa que estou dizendo a vocês, não existe. Então aqui estamos nós, com uma “nova” certificação. Não tão nova como alguém que conquistou esta certificação de SQL Server em 2005, mas como dizer aos outros sobre sua nobre conquista? Eu digo a eles que sou um Enterprise Administrator em Windows Server 2008. Geralmente é o suficiente para muitas pessoas; pelo menos funcionu com meus pais. Caso não sejam eles, eu posso explicar mais sobre o que é o MCITP e como o programa funciona.

A próxima pergunta que surge é “o que fazer se eu estiver no meio do caminho para o MCSE 2003, devo terminar?”. Claro que deve.

O Windows Server 2003 não vai sumir da noite para o dia e existe muito trabalho por aí. Ainda existe empresas rodando Windows 2000 (quase 10 anos de idade) e o Microsoft Windows Server NT 4.0 (bem mais de uma década). Eu, claro, diria a estas pessoas para atualizarem seus sistemas operacionais para algum feito neste milênio, mas esta é outra discussão. Portanto, eu não vejo aqueles MCSE 2003 pegando poeira tão cedo em algum canto qualquer, mas termine o que começou. E então faça a atualização para MCITP Enterprise Administrator e tenha muitos servidores rodando o produto a qual você se certificou, aumentando suas oportunidades de trabalho. E nesta economia, qualquer coisa que aumente suas oportunidades de trabalho é uma coisa boa.

Então encerrando por hoje, a única coisa que digo é,

O MCSE está Morto, Vida Longa ao Enterprise Administrator.

Enviado em Certificação | Tagged: , , | Deixar um comentário »

Após instalar o Hyper-V no Windows 2008 recebo o seguinte erro “Failed to start Virtual Machine Management”

Publicado por felipempm em 23/10/2009

O procedimento de instalação do Hyper-V no Windows 2008, assim como a migração do Virtual Server 2005 para o Hyper-V, é um tanto quanto simples. Não requer muito conhecimento, o wizard de instalação de novas “roles” facilita muito nossas vidas.

Problema

“Failed to start Virtual Machine Management”

Se você é brasileiro, e brasileiro que não desiste nunca, deve ter recebido este erro logo após instalar a nova função no seu Windows Server 2008. Esse erro ocorre porque o Hyper-V no Windows Server em inglês deve ser instalado com opções regionais todas voltadas para inglês. Você provavelmente configurou alguma opção regional para o bom e velho português. Perceba que os gringos dificilmente verão este erro, se sinta um felizardo! Não localizei nenhum artigo (KB) da Microsoft relacionado a este problema… a solução veio através de erros, tentativa e pesquisas…

Portanto, siga os passos abaixo para ter o seu Hyper-V na ativa:

  1. Primeiro, remova a função (role) Hyper-V
  2. Reinicie o servidor
  3. No painel de controle, acesse “Regional and Language Options
  4. Em “Current Format” selecione a opção “English (United States)”
  5. Na aba “Location“, em “Current location” selecione a opção “United States
  6. Na aba “Keyboards and Languages”, configure o teclado como “English (United States) – US” e marque este como padrão. Importante remover todas as outras opções
  7. Na aba “Administrative“, clique em “Change system locale“, selecione “English (United States)”
  8. Na mesma aba clique em “Copy to reserved accounts“, marcando as duas opções (Default user account e system accounts)
  9. Clique em OK e reinicie o servidor
  10. Instale a função novamente

Após o Hyper-V ter iniciado você pode customizar as opções de entrada (teclado) e data e hora.

Enviado em Tecnologia | Tagged: , , | Deixar um comentário »